ELAINE: QUAL É A DEMANDA HOJE NO CENTRO CULTURAL?
ELIANE: SÃO CRIANÇAS QUE VEM PARA AS OFICINAS.
ELAINE: E OS JOVENS? NÃO SÃO FREQUENTES?
ELIANE: NÃO SOMENTE AS CRIANÇAS, OS JOVENS NÃO GOSTAM MUITO, JA TEM SEUS CONCEITOS FORMADOS.
ELAINE: SERIA POR CAUSA DAS PROGRAMAÇÕES?
ELIANE: PODE SER, MAS, AQUI NO CENTRO NÃO SE TEM UMA PROCURA.
ELAINE: SERÁ QUE SE FOSSE UM CENTRO PROFISSIONAL, OS JOVENS PROCURARIA MAIS?
ELIANE: TALVEZ, SIM, DEVIDO A NECESSIDADE DA POPULÇAO SER CARENTE.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
DHARAVI - TRANSIT CAMP - India
História
Dharavi é uma favela localizada no centro da cidade indiana de Mumbai.
Em 1971, a BMC (Bombay Municipal Corporation) numa estratégia temporária de locarem seus trabalhadores construiu no mangue de Dharavi a “grade” de habitação, hoje conhecido como Transit Camp (campo transitório). A área foi dividida em 12 blocos, cada um dividido em dois simétricos grupos de 10 colunas com unidades de 10 x 15 pés (aprox. 3x5 metros), banheiros públicos e escola.
Originalmente, o projeto era de unidades térreas, que seriam alugadas pela BMC pela quantia de 100-150 rupias (2-3 doláres) por mês. Contudo, com a chegada de famílias migrantes em Dharavi, a condição temporária se tornou permanente e com ela a verticalização iniciou-se na Nagar. Hoje, praticamente toda a “grade” tem dois pavimentos e em alguns casos 3 ou 4.
Hoje, a população de Transit Camp é 60.000, configurando a nagar mais densa de Dharavi. Toda a população é migrante, a maioria veio do Estado de Maharastra, alguns Estados ao Sul da Índia, do Estado de Bihar e outras áreas do Norte da Índia.
A área é divida regularmente em 12 blocos, cada bloco é preenchido por habitações de 15 m2 sem banheiro. Nas esquinas dos blocos estão os banheiros públicos.
Nas avenidas, que criam a grade, existe uma hierarquia de funções bem clara. Nas avenidas maiores desenvolve-se o comércio, nas menores e transversais a estas as atividades fabris, como fábrica de vassouras e tecidos.
Paralelos as avenidas maiores, desenvolvem 2 tipos de “becos”;
1º os que compõem a entrada das habitações.
2º paralelo a este beco, ou ao fundo da habitação, o beco de serviços aonde tem as areas de serviço e lavagem da habitação. Este é o menor beco de todos (1 metro de largura) e praticamente intransitável.
A drenagem da água de serviço e esgoto é feita a céu aberto.
Na tipologia, originalmente a construção era térrea, mas com o crescimento da população em Dharavi, todas as tipologias informalmente aumentaram verticalmente e em alguns casos chegaram a 3 ou 4 pavimentos. Estes novos pavimentos são unidades habitadas por outras famílias que alugam dos proprietários da unidade térrea, os quais tem o título formal de inquilinos da Prefeitura de Mumbai.
Atividade econômica
Nesta grade, você pode encontrar desde os funcionários públicos da BMC, como os alfaiates, couristas, fabricantes de vassouras e cestos. Contudo a produção de vassoura é a principal atividade econômica em 'Transit Camp', que é desenvolvida pelos próprios membros da família e em suas próprias residências, necessitando de 4 a 5 pessoas.
Processo da execução das vassouras:
Primeiro eles preparam as folhas grandes de Khajooa e Tali que são importadas de Dahisae e Veiae, esticando-as e enrolando-as em cordões, e em seguida estocam em suas próprias casas.
Cada família trabalha individualmente, produzindo em torno de 150 vassouras a cada 2-3 dias, que é o tempo necessário para encerrar o processo. Em seguida, as mulheres as carregam sobre suas cabeças para outras vilas de Mumbai, vendendo-as por 5 ou 10 rúpias cada unidade.
A produção de vassouras toma as ruas transversais da 'Transit Camp' e é realizada principalmente por mulheres.
Localizada entre Mahatma Gandhi e a avenida 90 pés, na área vivem mais de 60.000 pessoas
ABAIXO SEGUE TIPOLOGIA DE MORADIA:
Dharavi é uma favela localizada no centro da cidade indiana de Mumbai.
Em 1971, a BMC (Bombay Municipal Corporation) numa estratégia temporária de locarem seus trabalhadores construiu no mangue de Dharavi a “grade” de habitação, hoje conhecido como Transit Camp (campo transitório). A área foi dividida em 12 blocos, cada um dividido em dois simétricos grupos de 10 colunas com unidades de 10 x 15 pés (aprox. 3x5 metros), banheiros públicos e escola.
Originalmente, o projeto era de unidades térreas, que seriam alugadas pela BMC pela quantia de 100-150 rupias (2-3 doláres) por mês. Contudo, com a chegada de famílias migrantes em Dharavi, a condição temporária se tornou permanente e com ela a verticalização iniciou-se na Nagar. Hoje, praticamente toda a “grade” tem dois pavimentos e em alguns casos 3 ou 4.
Hoje, a população de Transit Camp é 60.000, configurando a nagar mais densa de Dharavi. Toda a população é migrante, a maioria veio do Estado de Maharastra, alguns Estados ao Sul da Índia, do Estado de Bihar e outras áreas do Norte da Índia.
A área é divida regularmente em 12 blocos, cada bloco é preenchido por habitações de 15 m2 sem banheiro. Nas esquinas dos blocos estão os banheiros públicos.
Nas avenidas, que criam a grade, existe uma hierarquia de funções bem clara. Nas avenidas maiores desenvolve-se o comércio, nas menores e transversais a estas as atividades fabris, como fábrica de vassouras e tecidos.
Paralelos as avenidas maiores, desenvolvem 2 tipos de “becos”;
1º os que compõem a entrada das habitações.
2º paralelo a este beco, ou ao fundo da habitação, o beco de serviços aonde tem as areas de serviço e lavagem da habitação. Este é o menor beco de todos (1 metro de largura) e praticamente intransitável.
A drenagem da água de serviço e esgoto é feita a céu aberto.
Na tipologia, originalmente a construção era térrea, mas com o crescimento da população em Dharavi, todas as tipologias informalmente aumentaram verticalmente e em alguns casos chegaram a 3 ou 4 pavimentos. Estes novos pavimentos são unidades habitadas por outras famílias que alugam dos proprietários da unidade térrea, os quais tem o título formal de inquilinos da Prefeitura de Mumbai.
Atividade econômica
Nesta grade, você pode encontrar desde os funcionários públicos da BMC, como os alfaiates, couristas, fabricantes de vassouras e cestos. Contudo a produção de vassoura é a principal atividade econômica em 'Transit Camp', que é desenvolvida pelos próprios membros da família e em suas próprias residências, necessitando de 4 a 5 pessoas.
Processo da execução das vassouras:
Primeiro eles preparam as folhas grandes de Khajooa e Tali que são importadas de Dahisae e Veiae, esticando-as e enrolando-as em cordões, e em seguida estocam em suas próprias casas.
Cada família trabalha individualmente, produzindo em torno de 150 vassouras a cada 2-3 dias, que é o tempo necessário para encerrar o processo. Em seguida, as mulheres as carregam sobre suas cabeças para outras vilas de Mumbai, vendendo-as por 5 ou 10 rúpias cada unidade.
A produção de vassouras toma as ruas transversais da 'Transit Camp' e é realizada principalmente por mulheres.
Localizada entre Mahatma Gandhi e a avenida 90 pés, na área vivem mais de 60.000 pessoas
ABAIXO SEGUE TIPOLOGIA DE MORADIA:
POPULAÇÃO URBANA EM FAVELAS
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), quase 1 bilhão de pessoas (924 milhões) ou 32 % da população urbana vivem em favelas e em 2020 serão 1,4 bilhão de favelados.
A maior parte deste número está concentrada em países em desenvolvimento. Em média, 43% da população urbana dos países em desenvolvimento estão em favelas, contra 6% nos países desenvolvidos.
Com respeito aos números absolutos de favelas, a Ásia (com todas as suas regiões combinadas) tem o índice mais alarmante. Um total de 554 milhões de pessoas vivia em favelas em 2001, o que significa 60% da população mundial de favelados. A África tem um total de 187 milhões de pessoas vivendo em favelas (14% do total dos favelados no Mundo), enquanto que a europa e os outros países desenvolvidos tem 54 milhões de favelados (6% do total).
Atualmente, 52.3 milhões de pessoas já vivem em favelas no Brasil (28% da população do país). Na Índia são 160 milhões em Mumbai (a capital financeira do país), o que representa 55 % da população vivendo em favelas. (UN HABITAT, 2006).
É quase certo que o número de favelados cresceu substancialmente durante os anos 90. E se seguirmos a projeção, nos próximos 30 anos o número global de favelados aumentará para os 2 bilhões, se não houver ações firmes e concretas.
IMPORTANCIA DO RECONHECIMENTO E AUTO-ESTIMA PARA OS ARTISTAS DO MORRO
Principais problemas e necessidades dos artistas da periferia
A falta de espaço para produzir, ensaiar, apresentar e comercializar o trabalho está entre as principais dificuldades encontradas pelos artistas das favelas. A ausência de patrimônio e condições materiais para gravação de CD's, publicação de livros e para a materialização de produtos de forma geral é outra dificuldade.
Visibilidade e divulgação também fazem parte do quadro de necessidades dos grupos culturais da periferia, que reclamam dificuldade de acesso à mídia. Soma-se ao cenário de ausências, uma carência de intercâmbio e articulação que potencialize o trabalho conjunto.
Por fim, temos como entrave para produção e visibilidade das manifestações artísticas da periferia o preconceito contra os moradores de vilas e favelas, sustentado pelo estigma de que na periferia existe apenas violência e marginalidade.
A falta de espaço para produzir, ensaiar, apresentar e comercializar o trabalho está entre as principais dificuldades encontradas pelos artistas das favelas. A ausência de patrimônio e condições materiais para gravação de CD's, publicação de livros e para a materialização de produtos de forma geral é outra dificuldade.
Visibilidade e divulgação também fazem parte do quadro de necessidades dos grupos culturais da periferia, que reclamam dificuldade de acesso à mídia. Soma-se ao cenário de ausências, uma carência de intercâmbio e articulação que potencialize o trabalho conjunto.
Por fim, temos como entrave para produção e visibilidade das manifestações artísticas da periferia o preconceito contra os moradores de vilas e favelas, sustentado pelo estigma de que na periferia existe apenas violência e marginalidade.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
JOVENS: QUE ABANDONAM A ESCOLA
Abandono do ensino básico obrigatório por crianças e/ou Jovens em idade escolar entre os 6 e os 15 anos de idade. O abandono escolar constitui um dos problemas mais graves que enfrenta o País, já que contribui para a perpetuação do baixo
nível de escolaridade, mesmo em idades mais jovens, o que, por sua vez, está a associado e mesmo determina um baixo nível de qualificação profissional.
Factores responsáveis pelo abandono escolar:
•Factores pessoais
-Desmotivação dos alunos;
-Problemas pessoais;
-As dificuldades de aprendizagem;
-Não gostar da escola;
-O insucesso escolar.
•Factores económicos
-Dificuldades económicas;
-O desejo de ganhar dinheiro;
-O desejo de autonomia financeira;
•Factores familiares:
-Falta de apoio familiar ;
-A desvalorização dos estudos;
- Falta de atenção dos pais com o trabalho dos filhos;
Consequências
•Para o indivíduo:
-A falta de habilitações atiram os jovens para empregosPrecários;
-exclusão social e marginalização;
-Acentua as desigualdades sociais.
•Para o país:
-prejudica o objectivo do país de aumentar os níveis deprodutividade da nossa economia;
-Atraso do país relativamente aos outros paísesda U.E;
-aumento da crise social.
Formas de combater
-A redução do número de alunos por turma;
-Existência de um sistema mais rigoroso que não permita atransição de ano com tantas negativas;
-Gratuitidade dos manuais escolares na escolaridade Obrigatória;
-Incentivo às actividades culturais, como o teatro, a música, adança e o desporto;
-apoios pedagógicos para os alunos;
-Apoio socio-educativo e de guarda .
nível de escolaridade, mesmo em idades mais jovens, o que, por sua vez, está a associado e mesmo determina um baixo nível de qualificação profissional.
Factores responsáveis pelo abandono escolar:
•Factores pessoais
-Desmotivação dos alunos;
-Problemas pessoais;
-As dificuldades de aprendizagem;
-Não gostar da escola;
-O insucesso escolar.
•Factores económicos
-Dificuldades económicas;
-O desejo de ganhar dinheiro;
-O desejo de autonomia financeira;
•Factores familiares:
-Falta de apoio familiar ;
-A desvalorização dos estudos;
- Falta de atenção dos pais com o trabalho dos filhos;
Consequências
•Para o indivíduo:
-A falta de habilitações atiram os jovens para empregosPrecários;
-exclusão social e marginalização;
-Acentua as desigualdades sociais.
•Para o país:
-prejudica o objectivo do país de aumentar os níveis deprodutividade da nossa economia;
-Atraso do país relativamente aos outros paísesda U.E;
-aumento da crise social.
Formas de combater
-A redução do número de alunos por turma;
-Existência de um sistema mais rigoroso que não permita atransição de ano com tantas negativas;
-Gratuitidade dos manuais escolares na escolaridade Obrigatória;
-Incentivo às actividades culturais, como o teatro, a música, adança e o desporto;
-apoios pedagógicos para os alunos;
-Apoio socio-educativo e de guarda .
AGLOMERADO DA SERRA:
1.ORIGEM:
O Aglomerado da Serra está situado na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, onde se divide em oito vilas, como a vila de Nossa Senhora da Conceição, vila Marcola, Vila Cafezal, Vila Novo São Lucas e a vila Nossa Senhora de Fátima.
É a maior favela da capital mineira com 46 mil habitantes.
2. DESENVOLVIMENTO/INFRA-ESTRUTURA:
Atualmente existem no local cinco postos de saúde que atendem as necessidades da comunidade ,sendo o maior deles o Centro de Saúde Nossa Senhora da Conceição, situado ao lado das rádios 98 FM e Favela, esta última, mundialmente conhecida pois funcionou durante vários anos como rádio pirata, servindo de inspiração para o filme homônimo do cineasta mineiro Helvécio Ratton.
As vilas do aglomerado são conhecidas por nomes próprios dados pelos moradores, quais sejam: a primeira com entrada pela Av. do Contorno,a 2 ª pelas Ruas do Ouro e Capivari, a 3 ª pela Avenida Mem de Sá, e a 4 º pela Rua Nossa Senhora de Fátima. Do lado da primeira vila está localizado o local chamado "Del Rey", um ponto de encontro onde as noites se ouve som e pagode. Localiza-se também o campo de futebol Bola de Ouro, onde muitos jogos são realizados. Abaixo do "Del Rey" está a chamada Chácara, parte do aglomerado que divide estas duas regiões, e é considerada a área mais violenta da Serra, pois é palco de constantes tiroteios, com morte de vários jovens, numa guerra sem fim entre traficantes.
Becos apertados são palco de confrontos, sendo mais conhecido e temido pelos moradores o beco Dona Alvina, que é o maior do aglomerado, sendo controlado pela facção do "Del Rey", do alto do morro que controla a entrada ea saída dos moradores desta parte da favela, deixando acuados os moradores, que procuram se refugiar em outra parte da favela, nos becos da rua Sacramento, também por eles controlado.
• O Aglomerado da Serra já tem 46 mil habitantes;
• Cerca de 3,2 mil famílias da favela serão remanejadas através de programas dos governo municipal, estadual e federal;
• Estão em andamento várias obras de saneamento e recuperação ambiental.
O programa Vila Viva, que vem transformando a realidade dos moradores de vilas e favelas de Belo Horizonte, registrou avanços expressivos nos últimos dois anos. Desenvolvido em parceria com o Governo Federal por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), Caixa Econômica Federal e recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), além de contrapartida municipal, o Vila Viva já se tornou referência para outras cidades do país e do exterior e recebe investimentos de R$ 1,15 bilhão. Novos empreendimentos concluídos foram entregues em dezembro de 2010, durante as comemorações do aniversário de Belo Horizonte, incrementando ainda mais o saldo positivo do programa.
O perfil dos aglomerados e vilas da cidade que contam com o Vila Viva já está mudando com as obras de saneamento, remoção de famílias de áreas de risco geológico e trechos de obras, construção de unidades habitacionais, erradicação de áreas de risco, reestruturação do sistema viário, urbanização de becos e ruas, implantação de parques e equipamentos de esporte e lazer.
O Vila Viva, que começou em 2005 em vilas do Aglomerado da Serra, foi expandido para outros 11 locais: Vila São José, Pedreira Prado Lopes, Morro das Pedras, Taquaril, Vila Califórnia, Vila Belém, entorno do Córrego Santa Terezinha (Alto Vera Cruz), Vila Cemig e Alto das Antenas, Aglomerado Santa Lúcia e Aglomerado São Tomás/Aeroporto.
As melhorias alcançam cerca de 193 mil pessoas, inclusive com ações de promoção social e desenvolvimento comunitário, educação sanitária e ambiental e geração de trabalho e renda. Nos 12 locais onde vem sendo implantado, o Vila Viva prevê a remoção de 13.167 famílias e a construção de 6.894 unidades habitacionais para reassentamento. A meta da Prefeitura é que o programa beneficie, até 2012, 35% dos moradores de vilas e favelas, o equivalente a cerca de 165 mil pessoas. Entre 2009 e 2010 foram entregues mais 2.353 unidades habitacionais.
O Aglomerado da Serra está situado na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, onde se divide em oito vilas, como a vila de Nossa Senhora da Conceição, vila Marcola, Vila Cafezal, Vila Novo São Lucas e a vila Nossa Senhora de Fátima.
É a maior favela da capital mineira com 46 mil habitantes.
2. DESENVOLVIMENTO/INFRA-ESTRUTURA:
Atualmente existem no local cinco postos de saúde que atendem as necessidades da comunidade ,sendo o maior deles o Centro de Saúde Nossa Senhora da Conceição, situado ao lado das rádios 98 FM e Favela, esta última, mundialmente conhecida pois funcionou durante vários anos como rádio pirata, servindo de inspiração para o filme homônimo do cineasta mineiro Helvécio Ratton.
As vilas do aglomerado são conhecidas por nomes próprios dados pelos moradores, quais sejam: a primeira com entrada pela Av. do Contorno,a 2 ª pelas Ruas do Ouro e Capivari, a 3 ª pela Avenida Mem de Sá, e a 4 º pela Rua Nossa Senhora de Fátima. Do lado da primeira vila está localizado o local chamado "Del Rey", um ponto de encontro onde as noites se ouve som e pagode. Localiza-se também o campo de futebol Bola de Ouro, onde muitos jogos são realizados. Abaixo do "Del Rey" está a chamada Chácara, parte do aglomerado que divide estas duas regiões, e é considerada a área mais violenta da Serra, pois é palco de constantes tiroteios, com morte de vários jovens, numa guerra sem fim entre traficantes.
Becos apertados são palco de confrontos, sendo mais conhecido e temido pelos moradores o beco Dona Alvina, que é o maior do aglomerado, sendo controlado pela facção do "Del Rey", do alto do morro que controla a entrada ea saída dos moradores desta parte da favela, deixando acuados os moradores, que procuram se refugiar em outra parte da favela, nos becos da rua Sacramento, também por eles controlado.
• O Aglomerado da Serra já tem 46 mil habitantes;
• Cerca de 3,2 mil famílias da favela serão remanejadas através de programas dos governo municipal, estadual e federal;
• Estão em andamento várias obras de saneamento e recuperação ambiental.
O programa Vila Viva, que vem transformando a realidade dos moradores de vilas e favelas de Belo Horizonte, registrou avanços expressivos nos últimos dois anos. Desenvolvido em parceria com o Governo Federal por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), Caixa Econômica Federal e recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), além de contrapartida municipal, o Vila Viva já se tornou referência para outras cidades do país e do exterior e recebe investimentos de R$ 1,15 bilhão. Novos empreendimentos concluídos foram entregues em dezembro de 2010, durante as comemorações do aniversário de Belo Horizonte, incrementando ainda mais o saldo positivo do programa.
O perfil dos aglomerados e vilas da cidade que contam com o Vila Viva já está mudando com as obras de saneamento, remoção de famílias de áreas de risco geológico e trechos de obras, construção de unidades habitacionais, erradicação de áreas de risco, reestruturação do sistema viário, urbanização de becos e ruas, implantação de parques e equipamentos de esporte e lazer.
O Vila Viva, que começou em 2005 em vilas do Aglomerado da Serra, foi expandido para outros 11 locais: Vila São José, Pedreira Prado Lopes, Morro das Pedras, Taquaril, Vila Califórnia, Vila Belém, entorno do Córrego Santa Terezinha (Alto Vera Cruz), Vila Cemig e Alto das Antenas, Aglomerado Santa Lúcia e Aglomerado São Tomás/Aeroporto.
As melhorias alcançam cerca de 193 mil pessoas, inclusive com ações de promoção social e desenvolvimento comunitário, educação sanitária e ambiental e geração de trabalho e renda. Nos 12 locais onde vem sendo implantado, o Vila Viva prevê a remoção de 13.167 famílias e a construção de 6.894 unidades habitacionais para reassentamento. A meta da Prefeitura é que o programa beneficie, até 2012, 35% dos moradores de vilas e favelas, o equivalente a cerca de 165 mil pessoas. Entre 2009 e 2010 foram entregues mais 2.353 unidades habitacionais.
INCLUSÃO PRODUTIVA - PESSOAS CARENTES
A Prefeitura de Belo Horizonte desenvolve ações de inclusão produtiva para atender o público mais vulnerável inscrito em programas sociais da administração municipal. Entre os segmentos atendidos estão jovens com baixa escolaridade e sem experiência no mercado de trabalho, adultos acima de 45 anos com baixa escolaridade e mulheres sem experiência profissional que desempenham a função de chefes de família.
O acesso à informática é uma prioridade entre as ações desenvolvidas. Mais de 200 mil usuários, entre estudantes, professores e comunidades têm acesso a tecnologias no programa. Em qualidade e abrangência, esse é um dos maiores programas de inclusão digital em implantação no Brasil.
As 181 escolas estão conectadas e em 78 delas os alunos têm salas de computação. Cerca de 12 mil pessoas foram atendidas e 2 mil alunos formados nas oficinas de computação da Unidade Móvel, uma carreta equipada com computadores que percorre os bairros. Outros projetos asseguram a inclusão, como o “Rede Lê”, de letramento digital, e o Internet Cidadã com 16 centros de acesso à internet. Regiões mais carentes têm 18 telecentros comunitários e para as pessoas portadoras de deficiência o espaço exclusivo fica na E.M. Paulo Mendes Campos. Em cinco anos, centenas de adolescentes asseguraram o acesso à informática, em um projeto exclusivo que ajuda a construir o exercício da cidadania e o despertar para a busca de novos conhecimentos.
No Programa para Jovens, mil jovens com idade entre 15 e 18 anos têm atividades culturais e esportivas em 40 núcleos instalados com instituições parceiras nas regionais. Os participantes recebem uma bolsa-auxílio e participam de oficinas de arte, visitas monitoradas a equipamentos e espaços culturais, intercâmbio entre núcleos de jovens para troca de experiências e mostras culturais.
Mais programas e projetos
Estágios
A oferta de estágio na Prefeitura de Belo Horizonte é uma das maiores do município. 3,3 mil estagiários, de nível médio e superior estão contratados e no banco de dados são mais de 17 mil inscritos para utilização no suprimento de demandas da Prefeitura. Os estagiários recebem uma bolsa de complementação educacional. Também a AMAS oferece estágios a 450 estudantes, em parceria com o INSS.
Geração de Trabalho/Profissão Futuro
Jovens com mais de 16 anos, em situação de risco social, trabalham na própria Prefeitura ou em ONGs parceiras, como recepcionistas, educadores para o trânsito e trabalhos de escritório, dentre outros. Têm carteira assinada, todos os direitos garantidos, freqüentam a escola e contam com acompanhamento social. Em 12 anos de criação são mais de 5.614 adolescentes beneficiados com média mensal de 485 adolescentes atendidos.
Centro de Vivência Agroecológica (CEVAE)
Ações nas áreas de Educação Ambiental, Segurança Alimentar, Saúde, Agroecologia e Geração Alternativa de Renda para apoiar o desenvolvimento sustentável de comunidades urbanas de baixa renda. São quatro Cevaes na cidade com oficinas de reeducação alimentar, alimentação alternativa, reciclagem de lixo, dentre outras, além da assistência técnica a hortas comunitárias e incentivo a feiras de produção local.
Jovem Jardineiro
Capacitação básica em jardinagem para adolescentes carentes possibilitando formas alternativas de geração de renda. 242 adolescentes atendidos em duas turmas anuais.
Economia Popular e Solidária (EPS)
Empreendimentos coletivos e participativos são estimulados para manter e ampliar oportunidades de trabalho e acesso à renda. Entidades e grupos de produção popular são cadastrados, encaminhados para cursos, oficinas e treinamentos, e oportunidades de produção e comercialização são captadas junto à rede de serviços, equipamentos e espaços públicos do município.
O acesso à informática é uma prioridade entre as ações desenvolvidas. Mais de 200 mil usuários, entre estudantes, professores e comunidades têm acesso a tecnologias no programa. Em qualidade e abrangência, esse é um dos maiores programas de inclusão digital em implantação no Brasil.
As 181 escolas estão conectadas e em 78 delas os alunos têm salas de computação. Cerca de 12 mil pessoas foram atendidas e 2 mil alunos formados nas oficinas de computação da Unidade Móvel, uma carreta equipada com computadores que percorre os bairros. Outros projetos asseguram a inclusão, como o “Rede Lê”, de letramento digital, e o Internet Cidadã com 16 centros de acesso à internet. Regiões mais carentes têm 18 telecentros comunitários e para as pessoas portadoras de deficiência o espaço exclusivo fica na E.M. Paulo Mendes Campos. Em cinco anos, centenas de adolescentes asseguraram o acesso à informática, em um projeto exclusivo que ajuda a construir o exercício da cidadania e o despertar para a busca de novos conhecimentos.
No Programa para Jovens, mil jovens com idade entre 15 e 18 anos têm atividades culturais e esportivas em 40 núcleos instalados com instituições parceiras nas regionais. Os participantes recebem uma bolsa-auxílio e participam de oficinas de arte, visitas monitoradas a equipamentos e espaços culturais, intercâmbio entre núcleos de jovens para troca de experiências e mostras culturais.
Mais programas e projetos
Estágios
A oferta de estágio na Prefeitura de Belo Horizonte é uma das maiores do município. 3,3 mil estagiários, de nível médio e superior estão contratados e no banco de dados são mais de 17 mil inscritos para utilização no suprimento de demandas da Prefeitura. Os estagiários recebem uma bolsa de complementação educacional. Também a AMAS oferece estágios a 450 estudantes, em parceria com o INSS.
Geração de Trabalho/Profissão Futuro
Jovens com mais de 16 anos, em situação de risco social, trabalham na própria Prefeitura ou em ONGs parceiras, como recepcionistas, educadores para o trânsito e trabalhos de escritório, dentre outros. Têm carteira assinada, todos os direitos garantidos, freqüentam a escola e contam com acompanhamento social. Em 12 anos de criação são mais de 5.614 adolescentes beneficiados com média mensal de 485 adolescentes atendidos.
Centro de Vivência Agroecológica (CEVAE)
Ações nas áreas de Educação Ambiental, Segurança Alimentar, Saúde, Agroecologia e Geração Alternativa de Renda para apoiar o desenvolvimento sustentável de comunidades urbanas de baixa renda. São quatro Cevaes na cidade com oficinas de reeducação alimentar, alimentação alternativa, reciclagem de lixo, dentre outras, além da assistência técnica a hortas comunitárias e incentivo a feiras de produção local.
Jovem Jardineiro
Capacitação básica em jardinagem para adolescentes carentes possibilitando formas alternativas de geração de renda. 242 adolescentes atendidos em duas turmas anuais.
Economia Popular e Solidária (EPS)
Empreendimentos coletivos e participativos são estimulados para manter e ampliar oportunidades de trabalho e acesso à renda. Entidades e grupos de produção popular são cadastrados, encaminhados para cursos, oficinas e treinamentos, e oportunidades de produção e comercialização são captadas junto à rede de serviços, equipamentos e espaços públicos do município.
Sistema Público de Emprego, Trabalho e RendaTem como objetivo principal ampliar as oportunidades de inserção social e produtiva do cidadão, intermediando ações de trabalho, geração de renda e qualificação. O SINE Centro – NIAT - é destinado a atender ao público dos programas de proteção social e transferência de renda, moradores de Belo Horizonte. O SINE Barreiro e o SINE Venda Nova atendem à população em geral. Possui uma central de captação de vagas e oferece nas três unidades os seguintes serviços: cadastro do trabalhador, estímulo à complementação escolar, qualificação, treinamentos psico-profissionais, encaminhamento para emprego (para pessoas acima de 16 anos) e requerimento de seguro-desemprego.
Qualificarte
Três centros de qualificação profissional oferecem cursos de formação para 4.291 jovens e adultos. Em 2005, 105 adolescentes, dos programas Liberdade Assistida e Prestação de Serviços à Comunidade, participaram de cursos profissionalizantes nas áreas de mecânica de autos, panificação e jardinagem.
Grupos de Produção
O cooperativismo e o empreendedorismo são estimulados nos seis grupos de produção que reúnem 80 trabalhadores encaminhados por programas sociais, de apoio à população de rua e dos cursos de qualificação profissional. Estão em funcionamento o Madeirarte (marcenaria), o Gutemberg (encadernação), Arte Papel (papel reciclado), Pitangaporã (papel marché) e Uniforça (silkscreen). No projeto “Caminhos do Sabor” um grupo de mulheres produz cerca de 3.500 salgados por semana na cozinha incubadora do Qualificarte Gameleira.
Ecobloco
Na Estação de Reciclagem e Entulho da Prefeitura, no bairro Estoril, trabalhadores do Ecobloco produzem 30 mil blocos de concreto a partir do entulho, em uma conjugação da proteção ambiental com a inclusão social de trabalhadores com trajetória de rua, que fizeram cursos de capacitação de produção, gerenciamento e empreendedorismo. A produção segue as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e hoje é auto-sustentável.
Projeto Tzedaká
Centro de Educação Ambiental, Reciclagem de Papel e Eco Design Gráfico que produz papel artesanal com padrões profissionais e dentro das normas ambientais. A palavra Tzedaká, justiça social em hebraico, inspira o projeto na busca de capacitar, gerar trabalho e renda, resgatando a dignidade e a auto-estima de jovens carentes de 16 a 21 anos.
Prometi (Programa Mercado de Trabalho Inclusivo)
Inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, a partir da qualificação e da intermediação da mão-de-obra. Suporte da Prefeitura para empresas com mais de 100 funcionários de forma a garantir o cumprimento da lei que determina o preenchimento de 2% a 5% dos cargos com pessoas portadoras de deficiência.
Espaço da Cidadania
Em uma promoção da economia solidária, são estimulados e organizados grupos da sociedade civil para produzir e comercializar produtos artesanais. A exposição ocorre em locais públicos e tem periodicidade quinzenal. Em um ano, cerca de 80 grupos expositores participaram do Espaço da Cidadania.
Credenciamento de Lavadores e Guardadores de Carros
Cadastramento e capacitação para lavadores e guardadores de carros. Combate o desemprego e oferece segurança aos veículos estacionados nas vias públicas. Na Regional Centro-Sul são 942 cadastrados e na Pampulha, 260. No Terminal Rodoviário, o “Programa de Regulamentação dos Lavadores de Carros” busca inserir no mercado de trabalho mulheres que exploravam a mão-de-obra infantil.
Correção Ambiental e Reciclagem com Carroceiros
Os carroceiros são orientados a destinar os resíduos da construção civil para as 24 Unidades de Recebimento de Pequenos Volumes (URPV). É disponibilizada a assistência veterinária para o animal, carteira de condutor de veículo de tração animal, certificado de registro e licenciamento de veículo de tração animal, dentre outros benefícios.
Coleta Seletiva
Inserção social e uma atividade lucrativa para os catadores de papel são asseguradas no programa, que destina prioritariamente a eles o material coletado para a comercialização. A Prefeitura repassa recursos para auxiliar na manutenção e profissionalização. No Centro de Qualificação Reciclo, parceria da Asmare com a Prefeitura, funcionam oficinas de acabamento em Papel Artesanal e Encadernação, Costura e Modelagem, Culinária em Cozinha Industrial e Formação de Garçons e Reciclo Bar, onde trabalham os profissionais capacitados nas oficinas.
Agente Comunitário de Limpeza Urbana
Os próprios moradores são contratados pela Prefeitura para implantar ou ampliar os serviços de limpeza urbana em vilas e têm a oportunidade de fazer cursos de capacitação profissional para inserção no mercado de trabalho. Na Pedreira Prado Lopes, na região Noroeste, são 15 agentes que executam os serviços de coleta, varrição manual, capina, roçada e limpeza de canaletas e ravinas e atendem a 8.900 moradores.
Selo Municipal de Reconhecimento Social
O Selo é conferido às empresas que participam do desenvolvimento municipal gerando emprego para os beneficiários dos programas sociais, certificando que a empresa que o detém é compromissada com a inclusão social dos cidadãos em situação de vulnerabilidade social e goza de idoneidade empresarial.
Poderá candidatar-se à concessão do Selo de Reconhecimento Social, qualquer empresa com sede ou filial no Município de Belo Horizonte que, no período de 12 meses consecutivos e ininterruptos, tenha em seu quadro de empregados pessoas oriundas do banco de dados das Unidades de Intermediação do Trabalho do Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda Municipal, que comprovem estar em condição de regularidade jurídica, econômica e fiscal, mediante a apresentação de documentação específica (conforme decretos municipais nº 12.237/05 e 13.666/09).
Qualificarte
Três centros de qualificação profissional oferecem cursos de formação para 4.291 jovens e adultos. Em 2005, 105 adolescentes, dos programas Liberdade Assistida e Prestação de Serviços à Comunidade, participaram de cursos profissionalizantes nas áreas de mecânica de autos, panificação e jardinagem.
Grupos de Produção
O cooperativismo e o empreendedorismo são estimulados nos seis grupos de produção que reúnem 80 trabalhadores encaminhados por programas sociais, de apoio à população de rua e dos cursos de qualificação profissional. Estão em funcionamento o Madeirarte (marcenaria), o Gutemberg (encadernação), Arte Papel (papel reciclado), Pitangaporã (papel marché) e Uniforça (silkscreen). No projeto “Caminhos do Sabor” um grupo de mulheres produz cerca de 3.500 salgados por semana na cozinha incubadora do Qualificarte Gameleira.
Ecobloco
Na Estação de Reciclagem e Entulho da Prefeitura, no bairro Estoril, trabalhadores do Ecobloco produzem 30 mil blocos de concreto a partir do entulho, em uma conjugação da proteção ambiental com a inclusão social de trabalhadores com trajetória de rua, que fizeram cursos de capacitação de produção, gerenciamento e empreendedorismo. A produção segue as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e hoje é auto-sustentável.
Projeto Tzedaká
Centro de Educação Ambiental, Reciclagem de Papel e Eco Design Gráfico que produz papel artesanal com padrões profissionais e dentro das normas ambientais. A palavra Tzedaká, justiça social em hebraico, inspira o projeto na busca de capacitar, gerar trabalho e renda, resgatando a dignidade e a auto-estima de jovens carentes de 16 a 21 anos.
Prometi (Programa Mercado de Trabalho Inclusivo)
Inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, a partir da qualificação e da intermediação da mão-de-obra. Suporte da Prefeitura para empresas com mais de 100 funcionários de forma a garantir o cumprimento da lei que determina o preenchimento de 2% a 5% dos cargos com pessoas portadoras de deficiência.
Espaço da Cidadania
Em uma promoção da economia solidária, são estimulados e organizados grupos da sociedade civil para produzir e comercializar produtos artesanais. A exposição ocorre em locais públicos e tem periodicidade quinzenal. Em um ano, cerca de 80 grupos expositores participaram do Espaço da Cidadania.
Credenciamento de Lavadores e Guardadores de Carros
Cadastramento e capacitação para lavadores e guardadores de carros. Combate o desemprego e oferece segurança aos veículos estacionados nas vias públicas. Na Regional Centro-Sul são 942 cadastrados e na Pampulha, 260. No Terminal Rodoviário, o “Programa de Regulamentação dos Lavadores de Carros” busca inserir no mercado de trabalho mulheres que exploravam a mão-de-obra infantil.
Correção Ambiental e Reciclagem com Carroceiros
Os carroceiros são orientados a destinar os resíduos da construção civil para as 24 Unidades de Recebimento de Pequenos Volumes (URPV). É disponibilizada a assistência veterinária para o animal, carteira de condutor de veículo de tração animal, certificado de registro e licenciamento de veículo de tração animal, dentre outros benefícios.
Coleta Seletiva
Inserção social e uma atividade lucrativa para os catadores de papel são asseguradas no programa, que destina prioritariamente a eles o material coletado para a comercialização. A Prefeitura repassa recursos para auxiliar na manutenção e profissionalização. No Centro de Qualificação Reciclo, parceria da Asmare com a Prefeitura, funcionam oficinas de acabamento em Papel Artesanal e Encadernação, Costura e Modelagem, Culinária em Cozinha Industrial e Formação de Garçons e Reciclo Bar, onde trabalham os profissionais capacitados nas oficinas.
Agente Comunitário de Limpeza Urbana
Os próprios moradores são contratados pela Prefeitura para implantar ou ampliar os serviços de limpeza urbana em vilas e têm a oportunidade de fazer cursos de capacitação profissional para inserção no mercado de trabalho. Na Pedreira Prado Lopes, na região Noroeste, são 15 agentes que executam os serviços de coleta, varrição manual, capina, roçada e limpeza de canaletas e ravinas e atendem a 8.900 moradores.
Selo Municipal de Reconhecimento Social
O Selo é conferido às empresas que participam do desenvolvimento municipal gerando emprego para os beneficiários dos programas sociais, certificando que a empresa que o detém é compromissada com a inclusão social dos cidadãos em situação de vulnerabilidade social e goza de idoneidade empresarial.
Poderá candidatar-se à concessão do Selo de Reconhecimento Social, qualquer empresa com sede ou filial no Município de Belo Horizonte que, no período de 12 meses consecutivos e ininterruptos, tenha em seu quadro de empregados pessoas oriundas do banco de dados das Unidades de Intermediação do Trabalho do Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda Municipal, que comprovem estar em condição de regularidade jurídica, econômica e fiscal, mediante a apresentação de documentação específica (conforme decretos municipais nº 12.237/05 e 13.666/09).
Agenda Municipal de Trabalho DecenteDesde 2007, a Prefeitura de BH, por meio das secretarias municipais de Políticas Sociais e Adjunta de Relações Internacionais, realiza um trabalho conjunto com a Organização Internacional do Trabalho – OIT, visando à promoção da Agenda do Trabalho Decente. "Trabalho Decente é um trabalho produtivo e adequadamente remunerado, exercido em condições de liberdade, equidade, e segurança, sem quaisquer formas de discriminação, e capaz de garantir uma vida digna a todas as pessoas que vivem de seu trabalho" (OIT).
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